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domingo, 13 de setembro de 2009

Escrevinhar...

Sempre gostei muito de ler. Os livros eram os meus maiores companheiros na adolescência. Um dos meus sonhos e ambições era ser capaz de escrever histórias que prendessem os leitores como aquelas histórias me prendiam a mim. Ainda fiz umas tentativas. E estou a preparar-me para tentar outra vez...

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Pelas tuas águas...


E um dia embarcar num veleiro e partir sem destino. Só tu, eu, o céu e o rio. Alimentarmo-nos de amor, dormir sob as estrelas e vivermos apenas e só para estarmos juntos sem qualquer outra preocupação... Um sonho para um dia cumprir...

domingo, 6 de setembro de 2009

Meu querido diário (I)

"Meu querido diário, quando eu sinto algo que me enche o coração, eu escrevo (...) desde há muito que a escrita é o meu desabafo, é nela que brota tudo o que sinto (...) escrevo porque não sou daquelas pessoas que guardam o que sentem e que aos poucos e poucos se consomem (...) espero que não sejam as emoções que vão acabar comigo, quando isto estiver a acontecer, pego numa folha e escrevo, escrevo tudo o que me vem à cabeça"



Excerto do meu diário, escrito em Dezembro de 1987

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Banal?

"(...) Numa carta podem ir palavras que a uns parecem banais mas que são plenas de significado para outros:as bonitas palavras de amor na correspondência trocada entre dois apaixonados ou aquelas pequenas e insignificantes notícias que matam saudades de uma mãe que está longe da sua filha. O amor, o ódio, a inveja, a maldade, a bondade ou o carinho são só alguns dos sentimentos que as cartas expressam, desajeitadamente, como sempre acontece quando se tenta traduzir aquilo que sentimos no mais profundo do nosso ser através das poucas letras do nosso alfabeto(...)
Com o telefone podemos ouvir uma voz querida e transmitir notícias mais rapidamente ,as diz-se sempre tão pouco...Existem coisas que é mais fácil escrever do que pronunciar, não é verdade?"
S, 16 anos, Estudante
Texto publicado pelo antigo suplemento DN Jovem em 16 de Abril de 1991, num tempo "longinquo" em que as jovens de 16 anos ainda sabiam o que era escrever cartas. Guardo, religiosamente, as folhas amareladas onde este texto foi publicado. Os responsáveis pelo DN Jovem comentaram assim: "A carta apaixonada era um bom exemplo do que afirmas no segundo texto «palavras que a uns parecem banais, mas que são plenas de significado para outros» (e vice versa, não é?). Os lugares comuns retiravam-lhe a frescura, mas a quantidade de ideias que conseguiste reunir é importante atendendo à idade. Não dava para publicar mas é saudável escrever assim"