"Meu querido diário, quando eu sinto algo que me enche o coração, eu escrevo (...) desde há muito que a escrita é o meu desabafo, é nela que brota tudo o que sinto (...) escrevo porque não sou daquelas pessoas que guardam o que sentem e que aos poucos e poucos se consomem (...) espero que não sejam as emoções que vão acabar comigo, quando isto estiver a acontecer, pego numa folha e escrevo, escrevo tudo o que me vem à cabeça"
Excerto do meu diário, escrito em Dezembro de 1987
O vaso de crisântemos
Há 11 anos
